Histórico Lojas Calci

Conheça a história da Nossa Marca

  • Início da Universidade Lojas Calci

    O varejo passa por transformação, não só pelo momento pós-crise da Economia brasileira, mas também pela tecnologia e pela mudança de comportamento dos clientes. Quando acreditamos em ser acolhedor com todos os nossos clientes, colocamos paixão em nosso jeito de fazer. Quando falamos em ser rentáveis, colocamos resultado como foco. Essa mistura é um verdadeiro desafio e acreditamos que a melhor forma de equilibrar essa fórmula é contratando pessoas com talento natural, e oferecendo treinamentos para serem produtivas.

    Como uma empresa nacional, tivemos que nos tornar muito bons em gestão e em 2018 chegou a hora de dar escala e perpetuar o nosso jeito de ser, sem ferir a cultura e entregando rentabilidade. Empresa que não aprende, não cresce!

    O principal motivo de compra de uma franquia é a possibilidade de empreender com menor risco, ou seja, o franqueado adquire o know-how - a receita de algo que já foi testado e aprovado. Através da Universidade Corporativa, somada às demais iniciativas do Programa de Excelência, temos a garantia de transferência do nosso saber, disseminação da nossa Cultura e perpetuação do conhecimento.

  • Expansão nacional: a primeira loja fora do RS

    A partir da expansão nacional conseguimos atingir nossos objetivos, previstos no Planejamento realizado na criação da Lojas Calci, e fortalecer nosso propósito: desenvolver o varejo nacional através de inovação, empatia e alto desempenho. Para isso, Consultores de Expansão foram adicionados aos profissionais da franquia para abrir mercado nas Regiões Sul e no Centro Oeste. No primeiro semestre, lojas em Foz do Iguaçu e Dourados passam a operar sob a bandeira Lojas Calci.

  • A entrada da linha exclusiva de produtos

    Desde seu início a Lojas Calci se preparava para ter produtos exclusivos como diferencial de venda. Nos primeiros anos, buscava-se produtos de mercado e acrescentava-se alguns elementos de exclusividade.

    Mas a partir do novo planejamento estratégico identificou-se uma fraqueza e uma oportunidade de crescimento no segmento. Em 2017 a empresa buscou profissionais especializados na área de criação de produtos.

    “Vivemos em um dos maiores clusters de calçados do mundo”, diz Nilton. "Há muita inteligência, componentes, desenvolvimento de matérias primas e indústrias que mantêm escritórios comerciais e de desenvolvimento. E entendemos que podíamos aproveitar isso. Passamos a fazer pesquisas de moda com vistas para os mercados da Europa e Estados Unidos – além do Brasil, claro – para adiantar o que seria tendência na próxima temporada.”

    Com base nisso, a Lojas Calci cria um “esqueleto” de coleção e busca boas oportunidades de negócio a fim de preencher lacunas de produtos que não são supridos por fornecedores.

    “Desenvolvemos os produtos e os produzimos em indústrias qualificadas do RS, SC, MG e SP. Entram no mercado com um posicionamento de preço que deixa uma margem de lucro maior para o franqueado, mas com bom preço também para o consumidor. O cliente adquire um produto bacana, de qualidade superior, com preço parecido ou menor ao que ele pagaria em um produto semelhante de outra marca”, detalha Nilton.

  • Recuar para pegar impulso

    A empresa passa a preparar a base para ser catapultada ao país inteiro. Dobra-se o número de funcionários na franqueadora, departamentos são criados e reestruturados, e linhas estratégicas são redefinidas.

    “Não focamos tanto na expansão por que olhamos muito para dentro, para criarmos uma base sólida”, reforça Antonio. “Hoje a Lojas Calci é uma franqueadora que está próxima e orienta continuamente seus franqueados.”

  • Planejamento

    O Planejamento Estratégico é refeito, com base no plano de negócios montado em 2012. “Refizemos com vistas em tornar um negócio nacional. Contratamos uma consultoria de franquias, o que gerou vários planos que passaram a ser implantados.”

  • O Grupo Zarp ingressa na sociedade da Lojas Calci

    O ingresso dos investidores contribui para a finalização da parte estrutural do projeto. “Tínhamos muitas coisas em andamento, muitas demandas, e com a participação deles pudemos acelerar a implantação de novos projetos estratégicos e expansão nacional da marca”, analisa Antonio.

    “Conseguimos, especialmente por conta do aporte que fizeram, financiar nossos clientes através do crédito. A partir de 2014 os bancos mudaram muito suas políticas, e com a entrada dos novos sócios conseguimos alcançar dois pontos: primeiro, com mais recursos, é possível facilitar ainda mais o crédito para os clientes, e, por consequência, vender mais; segundo, o franqueado não precisa investir tão alto no início de sua loja, pois a franqueadora consegue antecipar o recurso para seu capital de giro.”

    “Pensávamos em buscar este apoio, a gente já previa isso. Mas conseguimos antecipá-lo. E demonstrou-se ser uma sociedade muito exitosa.”

  • A primeira loja

    É inaugurada a loja de Caxias do Sul (RS), com projeto arquitetônico da franquia, que passa a operar com tablet e consultoria. “É claro que tivemos que corrigir muitas coisas, mas a base estava lançada!”.

  • Criação

    Lojas Calci é oficialmente criada. A previsão era de abertura de três lojas. Em março é contratado o primeiro profissional, João Batista Cortez, da TI.

    Começa a procura de um ponto para abertura de três lojas-piloto: uma grande, em uma região fora do Vale do Taquari, berço da Colombo / Lojas Calci; outra menor, também em outra região, para avaliar a dinâmica da cidade; e uma terceira, de conversão, que seria a segunda loja de Nilton na Rua Júlio de Castilhos, no Centro de Lajeado (RS).

  • A promissória faz história

    Os negócios andam bem, a empresa está praticamente sem dívidas, é rentável e tem boa gestão. Nesta época, Diel propõe a renovação de uma nota promissória vencida desde 2007, e Nilton oferece a quitação da dívida.

    “Mas Antonio, mestre em Finanças, conhecia o negócio e sabia que ele oferecia excelente rentabilidade e risco reduzido".

    Então, no segundo semestre de 2012, é fechada uma agenda semanal para dar início à montagem de um plano de negócios e analisar a viabilidade de se criar uma franquia para atuar no segmento de sapatarias multimarcas voltada para a classe média.

    “Estudamos o mercado de calçados e o de franquias no Rio Grande do Sul e no Brasil. Analisamos bons e maus exemplos em diversas regiões."

    Conhecedores do mercado, sabiam que em lugares como Estados Unidos e Europa são comuns redes de calçados com mais de mil lojas. E resolveram apostar neste caminho.

    “Pegamos uma página em branco e pensamos no que seria necessário para ter uma pequena ou média loja, que coubesse em qualquer cidade do país. Aproveitamos o que tínhamos de bom na Colombo, mas não sobrepomos ao que queríamos implantar. Pegamos os pontos positivos, como relacionamento com fornecedores, conhecimento do produto, boa base financeira, atendimento de boa qualidade.” Questões como sistemas exclusivos, parcerias mais aprofundadas com consultorias de franquias, desenvolvimento de produtos, seriam desenvolvidos de forma própria.

  • Nilton abre outra loja na Rua Julio de Castilhos, em Lajeado (RS), também com o nome Colombo.

  • É aberta a loja de Venâncio Aires (RS), ainda com o nome Calçados Colombo.

  • Nilton compra uma das lojas que havia ficado com uma de suas irmãs.

  • Temos que vender a prazo

    Nilton percebe que, para ter mais sucesso nas vendas, precisa reforçar a venda a prazo.

    A descoberta é considerada a “virada de chave” do negócio: “Era o boom do crédito do varejo no Brasil. E para aumentar as vendas, alcançar um patamar mais elevado, precisaria vender a prazo. Mas como, se eu não tinha dinheiro nem para pagar as contas?”

    Neste momento, Antonio Carlos Diel surge no negócio. Os dois, conhecidos de infância da pequena Santa Clara do Sul, gostavam de números mas nunca tinham trabalhado juntos. Diel, que trabalha em uma empresa de factoring e atuava como anjo-investidor, aportou capital financeiro (a juros reduzidos) e humano (apoio à gestão). Assim, a Calçados Colombo passou a vender (a prazo) e a pagar as suas contas à vista (com desconto) aos seus fornecedores. Chegou o momento da virada do jogo!

  • Dificuldades

    A Calçados Colombo, composta por cinco lojas, está praticamente quebrada. A empresa é dividida e cada um dos cinco sócios fica com uma loja. Nilton fica com a primeira loja da rede, a da Júlio de Castilhos. “Eu aprendi muito com isso. Não queria cometer os mesmos erros que já tinha cometido. Foi um grande aprendizado.”

    Nilton passa a usar a sua experiência a favor do negócio. “Ali eu comecei a operar como gostaria, do modo que eu achava certo. Como era formado em Administração de Empresas, quis aliar a minha experiência com as boas práticas de gestão que tinha aprendido na faculdade.”

  • O início de Nilton

    Nilton Colombo, o sétimo dos filhos de Hilário, entra na empresa e começa a trabalhar na cobrança, devolução e estoque de mercadorias. Passa por todos os setores da loja e torna-se sócio em 1992.

  • A franquia Lojas Calci foi criada a partir da Calçados Colombo. Localizada até março de 2018 na Rua Júlio de Castilhos, no Centro de Lajeado (RS), a Calçados Colombo nasceu sob os cuidados de Euclides Colombo. Um dos objetivos era vender produtos que o pai, Hilário, fabricava na cidade de Santa Clara do Sul, vizinha de Lajeado e onde a família vivia.